“Meu filho não larga o celular”

28.11.2017
“Meu filho não larga o celular”

As crianças estão apresentando comportamentos adultizados com tanta rapidez ou mais, quanto à velocidade da internet (sei lá quantos G) e a evolução dos dispositivos tecnológicos dos quais eles tem alcance.

Queixas como meu filho não larga o celular, não sai da frente do vídeo game, ou só quer ficar no computador são muito comuns entre mulheres que tem filhos.

Existe hoje uma dificuldade imensa por parte dos pais ou responsáveis em estabelecer limites para o uso desses dispositivos. Uma porque não querem frustrar seus filhos e presenciar birras dos pequenos e discursos intensos dos maiores de como seriam felizes se tivessem outra família.

E o que acontece? Acontece que os pais acabam cedendo com o intuito de evitar que essas cenas, que não são nada prazerosas aconteçam com frequência. O que acaba com que os pais percam a autoridade diante dos filhos, muitas vezes ainda pequenos e sem níveis de maturação cognitivas pertinentes a fases das quais estas crianças se encontram, onde frustrar-se favorece o crescimento psíquico e estabelece limites nas pessoas.

Ao permitir com frequência que o filho dê a ultima palavra, estabelece-se uma relação não saudável entre pais e filhos, pois ocorre então uma inversão de papéis, e se estes comportamentos já causam preocupação hoje, com o passar do tempo e repetitividade irão favorecer o desenvolvimento de comportamentos crônicos no futuro.

Sem falar que ficar conectados 24 horas por dia não faz bem nem para adultos muito menos para uma crianças ou adolescente que se encontra em plena fase de desenvolvimento de moral, ética, limites, responsabilidades, compromissos, rotina entre outros.

Sabemos o quanto é difícil regular uma situação quando ela já esta instaurada. Mas para o bem de nossos filhos precisamos nos esforçar e ter consciência que será desgastante, pelo fato dos confrontos, mas que será importante para o crescimento dele como um todo.

Primeiro passo é ouvir seu filho, estabelecer um diálogo, rir com ele, propor que realizem atividades juntos, criar o dia de vocês para que se divirtam, chorem ou riam juntos. Sendo assim seu filho saberá que pode contar com você e o mais importante sentira que realmente poderá contar você. A partir dessa confiança poderá você mãe estipular novos acordos, horários, ou seja, limites.

 

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FERNANDA SÁ

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